Colher a história clínica do paciente, avaliar criteriosamente o exame de polissonografia e demais exames que possam complementar esta avaliação, como, por exemplo, os otorrinolaringológicos, cardiológicos e testes de função pulmonar;
Realizar exame físico, como auscultas, presença de edemas em membros inferiores, alterações na face, uso de prótese dental, medidas de circunferências abdominal e cervical;

Colher informações sobre o sono, horário de dormir e acordar, dificuldade para iniciar ou manter o sono, quantas vezes necessita urinar durante a noite, aplicar questionários de sono etc.
Orientar sobre como e quando usar o CPAP em casa, como limpar e demais estratégias;


Orientar sobre qualidade e higiene do sono e disponibilizar material informativo;
Ajustar a prescrição inicial do CPAP, ajustando os parâmetros de forma gentil e confortável para a primeira semana, também chamado de período de DESSENSIBILIZAÇÃO (mesmo para os equipamentos de pressão automática);


Testar e eleger a mais adequada interface (máscara), respeitando a anatomia de cada face e modo de dormida.
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O RETORNO

Ainda dentro desses 30 dias, o paciente deve retornar ao consultório por duas vezes para a análise dos dados da terapia, esclarecimentos de dúvidas e possíveis desconfortos. Este retorno também pode ser realizado de forma remota e por chamada de vídeo, nos casos dos equipamentos que possuem o recurso de telemonitoramento.
Ao final do processo de adaptação, o paciente receberá um relatório referente ao período utilizado, com seus resultados e a sugestão terapêutica, ou seja, a prescrição do tratamento.




